** FAÇA SUAS PESQUISAS AQUI **

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

** Cursos profissionalizantes de DJ ajudam a ganhar dinheiro nas férias **

Quando a profissão de disc-jóquei ainda engatinhava, os artistas se viam reclusos a um canto do salão ou atrás de uma cortina. Hoje, eles ocupam o posto de maior destaque das festas e esbanjam fama de estrela. Esses são alguns dos motivos que levam os fãs de música, sobretudo do gênero eletrônico e hip-hop, a buscar os cursos de DJ. Juntar dinheiro, principalmente no período das férias, também faz crescer o interesse. “Em dezembro e janeiro, as inscrições dobram”, afirma a DJ Lisa Bueno, professora e dona da academia E-DJs, no centro. Lá, crianças, jovens, adultos e idosos aprendem a comandar os pickups. Existem pelo menos outras seis escolas na cidade que se dedicam a formar profissionais da discotecagem. O esquema costuma seguir a linha de aulas teóricas de aproximadamente uma hora e algumas voltadas para a prática, sempre monitoradas. Quem estabelece os dias e os horários do curso são os próprios alunos, que podem escolher o método intensivo ou instruções particulares. Instalada em Pinheiros, a Academia de Áudio abriu suas turmas de formação de DJ dois meses atrás. Com duração de 340 horas — 250 delas preenchidas com vídeos e exercícios obrigatórios pela internet —, o curso dá diploma de especialista aos que o concluem.

Na DJ Escola, no Brooklin, rolam pelo menos dez turmas por mês. “O aluno vai aprender de tudo, desde conectar o aparelho na tomada até enfrentar a pista”, diz o proprietário Diego Logic. Estão incluídos no valor da inscrição palestras com o DJ Carlo Dall’Anese, figura conhecida nas cabines de clubes brasileiros disputados. Uma parceria com baladas como o Sonique, na Consolação, dá chance ao novato de se apresentar em uma festa de verdade após o fim das classes. Entre as lições dos cursos básicos aparece a técnica de transição de uma faixa para a outra de maneira sutil. Noção de ritmo, manuseio dos aparelhos e prática de efeitos também fazem parte da lista dos conhecimentos fundamentais de qualquer profissional do gênero. Vender seu peixe após a formatura pode levar à contratação de mais trabalhos. O melhor é gravar um CD com produções próprias e distribuí-lo a promoters de festas, além de postá-lo em todos os canais da internet. No início da carreira, ganha-se de 300 a 500 reais por uma hora e meia de apresentação. Para adquirir o próprio equipamento, não se desembolsa menos do que 3 000 reais. Existe a possibilidade, no entanto, de usar a aparelhagem das casas noturnas.

Para animar a pista

■ Conheça e pesquise diversos estilos musicais, além de montar um vasto arsenal próprio de canções

■ Aceite cachês baixos no início da carreira a fim de firmar seu nome no cenário das baladas

■ Saiba se promover. Distribua um set (seleção de canções), que serve de currículo, a promoters de festas e a outros contatos importantes

■ Acumule experiência para “sentir a pista”, ou seja, saber a hora certa de tocar um gênero mais animado ou mais calmo

■ No caso dos DJs de casamentos, aniversários e outros eventos, esteja preparado para lançar de axé a funk. Organize seus CDs, vinis ou arquivos de MP3 em pastas como “anos 70” ou “música judaica”

■ Não toque só as músicas de que você gosta, mas as que agradam ao público


Fonte: Revista Veja

sábado, 6 de novembro de 2010

*** Festival e Campeonato dos novos DJ´s do CMIJ ***




21/11/2010 ( Domingo )

CMIJ orgulhosamente apresenta:

3° Festival " LOKADEMIA DE DJ´S " no Dynamite Pub.

Apresentação e campeonato dos alunos do curso de DJ. Prof. Nando Marques

DJ Covidados:

Mr. Rizada - Ana Serroni !

Muito som das 15 as 21 hs não percam !!!

Dynamite Pub - CMIJ - Rua 13 de maio 363 – Bela Vista ( metros mais proximos Anhangabau e Brigadeiro )

Entrada H ou M: 10 R$

*** A minha aluna preferida ( um exemplo ) ***

*** Um pouco do pouco ***

terça-feira, 2 de novembro de 2010

** Amanhã dia 3/11 toco no Front Lounge ! **




Recém estreado, o Front Lounge trás a proposta ‘bar-restaurante-lounge‘ que faltava entre os bares da região da Rua Augusta, em São Paulo.

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Misturando modernidade, na aconchegante decoração, com a sofisticação dos pratos e drinks servidos, o Front é composto pelos profissionais de mais alto nível.

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Dica certa pra Happy Hour’s com os amigos após o trabalho, esquenta antes das Baladas, ou mesmo pra um papo ‘no balcão’…

www.frontlounge.com.br


Rua Fernando de Albuquerque, 77 - Consolação
11 - 3255 2840
contato@frontlounge.com.br

** Meu novo som " Natural " Bem dançante ! **







Link para Download aqui !

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

*** CLIP VIDEO AULA CRD ***

** 10 Dicas básicas de um DJ **


1) ORGANIZE SUA MÚSICA

Na hora do aperto, você não quer perder segundos preciosos atrás daquela música. Ela é tão perfeita para o momento, mas você vira freneticamente as páginas do seu case e tudo que vê são coletâneas de lounge. Para evitar o mico, organize-se! Pode ser por gênero, artista, tipo de balada, época, só não deixe seu material disposto como um shuffle desgovernado.

2) CONHEÇA SEU PÚBLICO

Essa é óbvia, mas como se esquece disso! Chegar com montes de tech-house para tocar em uma festa com público acima dos 50 anos? Não vai rolar. Achar que seus hits de Donna Summer e Chic vão arrasar numa pista cheia de molecada franjuda e de esmalte preto? Esquece.

3) SE INFORME SOBRE O LUGAR

É uma festinha para 20 pessoas? É um salão gigante onde cabe algumas centenas? É mais para bar ou é baladão com pista? É um clube onde público em geral vai se misturar com seus conhecidos? Ambientes diferentes pedem sons diferentes.

4) QUE HORAS? QUANTO TEMPO VOCÊ TEM?

Se você vai tocar por uma hora só, não há porque levar um super-case com 300 CDs. Você tem menos chance de dispersar e pode reunir apenas as melhores músicas. E é bom saber se você vai abrir a noite, tocar no auge da festa ou bem no finalzinho. De que adianta entrar com um som rasgando e doido se o público nem tomou seu primeiro drink.

5) CONHEÇA O EQUIPAMENTO

É claro que você não precisa dominar os painéis de efeitos especiais de um mixer Pioneer. Mas você deve pelo menos saber soltar um CD sem ter que chamar o técnico ou sem que um volume desproporcional exploda nas caixas. Domine o básico: volumes, botões de play/pause, graves/médios/agudos e os canais onde vão sair o som de picapes, CDJs, iPods ou laptops.

6) TREINE SUA SEQUÊNCIA

Fundamental. Na sua cabeça, parece uma boa ideia emendar aquela faixa do Basement Jaxx depois de um Daft Punk? Pois na hora de ouvir, pode ser que não soe tão bem. Se você gastar algumas horas experimentando viradas, sequências e transições, vai descobrir o que funciona ou não. Vai poder imaginar também seu set como um todo.

7) PLANEJE UMA SURPRESA

Tá certo que pode ser menos arriscado programar vários hits para sua discotecagem. Mas tem tanta graça? São as surpresas e escolhas imprevisíveis que destacam o DJ imaginativo do rebanho. Como quando Laurent Garnier tocou o remix de Marky e Xerxes para Roberto Carlos no Lov.e. Ninguém esperava. A casa caiu.

8) PESQUISE

Aqui vale o mesmo princípio de fugir do óbvio. Gaste um tempinho ouvindo música que você não conhece, reouvindo coisas ou descobrindo outras faixas ou remixes de um artista que as pessoas gostam. Pode ter muito mais efeito tocar uma versão rara de “Music”, da Madonna, do que o original que todo mundo conhece.

9) CHEQUE SEU MATERIAL

Vale a pena. Diminui a praticamente zero a chance de você por um CD que pula, um MP3 de baixa qualidade ou um vinil riscado que estala.

10) CONCENTRAÇÃO

Hora de tocar é hora de tocar. É o seu momento, é para isso que você se preparou. Deixe conversinha ou virar umas tequilas com os amigos para depois. Quer dançar e vibrar com o público? Vai que vai. Só não esqueça do som. É preferível um DJ que dança pouco, mas toca bem, do que o oposto. Por outro lado, não abstraia do público. É para ele que você está tocando, fique sempre ligado em como seu som está sendo recebido.


Fonte: http://www.blogueirascompulsivas.com

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

** O BRASIL PERDE UM DOS SEUS PRIMEIROS DJ´S ( DJ GREGO VALEU POR TUDO ) **


“Mans!” Consigo ouvir seu bordão mais famoso direitinho, como se ele estivesse aqui do lado. Mas o DJ Grego não está, nem estará mais do lado de ninguém nesse mundo. Ele faleceu na tarde desta quinta (16), no seu apartamento em São Paulo, de causas ainda desconhecidas. Tinha 53 anos e deixou dois filhos.

Que 2010 é esse, que nos tirou Ricardo Guedes e agora leva o Grego embora!

Difícil, ainda mais nesse momento, sufocado pela tristeza, resumir em palavras porque o Grego era tão especial.

Como amigo, ele, que nasceu mesmo na Grécia, batizado Ippocratis Bournelis, era generoso, leal, divertido, apaixonado, carinhoso, carismático, gentil, falador, festeiro e barulhento (apropriadamente, só escrevia com o CapsLock ligado).

Como DJ era simplesmente um dos melhores e mais importantes que já passou por esta terra. O Grego começou a tocar na largada dos anos 70. Foi por acaso, que era como rolava nesse tempo em que “DJ” e “carreira profissional” nunca estavam na mesma frase.

Logo, ficou evidente que ele tinha jeito pra coisa. O amor pela música já existia no sangue, claro, mas foi na discotecagem que ele encontrou o veículo perfeito para expressar esse sentimento.

E se tornou um dos melhores, senão o melhor do país. Tocou nas principais casas de São Paulo nos anos 70. Lançou um dos primeiros vinis mixados do país. Se chamava Maestro Mecânico e trazia umas dez faixas (metade de cada lado) sem interrupções. Na contracapa, fotos dele novinho (nem 20 anos tinha) no seu habitat natural: a cabine de som, que naquela época, significava um paredão com luzes, gravador de rolo e móvel de aço escovado.

Se nos anos 70, Grego virou rei em São Paulo, nos anos 80 seu reinado se estendeu pelo Brasil. Fazendo a transição, naquele tempo ainda rara, da cabine para o estúdio, Grego abraçou a arte da edição e do remix. Não era para os fracos: em tempos onde não existia software, os trabalhos eram fruto de pacientes horas e horas cortando e emendando pedaços de fita com gilete e fita adesiva. Logo, também passou a usar acessórios como bateria eletrônica e synths.

Seus edits viraram uma série de vinis chamados Montagens Exclusivas. Rapidamente, ele virou O cara no Brasil para reconfigurar músicas para a pista de dança.

Choveram trabalhos de remix para artistas como Kid Abelha, Metrô, Leo, Jamie e Gilberto Gil. Seu trabalho mais famoso foi para “Loiras Geladas”, do RPM. A música foi talvez o maior hit brasileiro de 1985, não o original, mas o remix do Grego.

Depois desse pico de produção e criatividade, os anos 90 viram Grego envolvido mais com trabalho ligado ao business musical. Ele morou em Miami um tempo e ficou de fora dos novos desdobramentos da música eletrônica por um tempinho.

Na década seguinte, o nome do DJ Grego correu risco de ficar esquecido na mal contada história da dance music no país, lembrado só pelo pessoal que estava no meio há mais tempo. Clau Assef, com seu livro Todo DJ Já Sambou, contribuiu muito para que o nome do DJ Grego fosse resgatado e apresentado às novas gerações.

Nos últimos anos, seu gás criativo parecia renovado. Inventou projetos musicais, gravou faixas e remixes (quase sempre ao lado do jovem parceiro Anthony Garcia), começou a tocar mais por aí e montou um programa de TV online filmando DJs que iam tocar na sua casa. Sempre com tesão, sempre com entusiasmo.

Casa essa que vivia cheia de gente, de parceiros das antigas a aspirantes que iam lá em busca de aprendizado e inspiração. Ao contrário de muitos de seus contemporâneos, sempre resmungando sobre a cena atual, Grego curtia se conectar às gerações mais novas e ficar por dentro do que rolava. Ao mesmo tempo, sempre preocupado em manter viva a história e os fundamentos da cultura do DJ, da noite e da pista de dança.

Mans, a saudade que você vai deixar não tem tamanho. Mas tenha certeza que, pra todo mundo que tem amor por tudo isso que você ajudou a criar, você vai estar sempre por perto.


Fonte: http://bateestaca.virgula.uol.com.br/2010/09/17/rip-dj-grego/comment-page-2/#comment-1480

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

** O Primeiro DJ do Mundo, sera ??? **

Klaus Quirini alega que foi o primeiro DJ do mundo. Obviamente esta é uma afirmação extremamente duvidosa que nunca ninguém vai conseguir provar, mas até agora ninguém se queixou, portanto vamos ter de aceitar. E por que não?



Reza a lenda que uma noite Klaus se deparou por acaso com uns toca-discos, adotou a alcunha de DJ Heinrich e deu início à uma nova era. Já que não fazemos ideia do que era entretenimento na Alemanha do pós-guerra e estamos interessados em saber o que um cara de 67 anos tem a dizer sobre o que é ser o pai da cultura DJ, encontramos com ele para uma conversinha.

Vice: Como foi a sua primeira noite como DJ?
Quirini: Foi em 1953. Na época trabalhava como jornalista. Tinha acabado de fazer 18 anos e fui até um clube de dança (a palavra “discoteca” ainda não tinha sido inventada). De acordo com a lei eu ainda era menor, mas estava bêbado de uísque. O cara da Ópera de Colônia que estava cuidando da música nessa noite era muito chato, por isso eu e os meus amigos estávamos causando uma certa confusão. O dono do clube veio falar com a gente e disse que podíamos cuidar da música, já que achávamos que conseguíamos fazer melhor. E foi isso que fizemos.

E o que aconteceu depois?
Comecei a minha performance com as palavras, “Senhoras e Senhores, agora vamos inundar esse lugar” e toquei uma música sobre navios. As pessoas adoraram e aplaudiam tudo o que tocava. No fim da noite, o dono veio falar comigo e me ofereceu 800 marcos alemães por mês. Era muito dinheiro para época, isso foi logo depois da guerra. O meu pai me disse para arranjar um nome artístico, já que ele era um dos fundadores do Deutsche Bank e não queria o nome Quirini associado a esse tipo de coisa. Foi por isso que me apelidei de DJ Heinrich.

Quanto tempo demorou até os primeiros caras te copiarem?
Cerca de um ano. A palavra “disco” surgiu do nada e assim de repente já tinham 42 discotecas em Aachen, o que é impressionante para uma cidade com 250.000 pessoas. Hoje só restam quatro discotecas.

Os DJs de Aachen já eram baladeiros como os DJ de hoje?
Completamente. Eu dançava todas as músicas, às vezes até ia para o meio da multidão. Era por isso que tinha sempre duas toalhas junto à minha mesa, você pode imaginar o calor que eu sentia tocando música de terno e gravata. O
dress code era muito importante, muito mais do que hoje em dia, claro. Uma das coisas em que reparo é que os jovens de hoje se vestem muito pior do que antigamente. Se prestassem mais atenção àquilo que vestem, garanto que iam ter mais sorte com as mulheres.

E você, tinhas muita sorte com as mulheres?
Os tempos eram outros. Me casei aos 22 anos. Às quatro da manhã já estava satisfeito por aquilo ter acabado e poder ir para casa. A mentalidade também era diferente. Eu me via mais como um substituto para artistas, ou um fornecedor de serviços que tinha uma responsabilidade com a sua audiência, como um garçom que serve uma garrafa de champanhe.

Chegou a aprender os truques mais recentes dos DJs? Tipo remixes e scratching e essas coisas?
Não, isso já foi muito depois do meu tempo. Deixo isso para o Sven Väth e outros caras assim. O que me interessou mesmo na época foi quando começaram a aparecer os primeiros efeitos visuais, nos anos 70. A música dos discos é algo morto, sem vida, que tem de ser ressuscitado pelo DJ. Nos anos 70, as coisas começaram a se desenvolver mais para o lado dos efeitos. Os efeitos de luz e efeitos visuais eram mais interessantes do que falar com a audiência. O scratching só começou nos anos 80, e vem depois de todo esse movimento.

E quais são os seus hábitos musicais, hoje em dia?
Nós crescemos com a música, mas ainda gosto dos Beatles, dos Stones, da música da minha juventude, entende? Muita gente continua a me mandar discos, mas eu nem ouço a maioria deles. Há uns tempos atrás um jovem músico, cujo nome já não me lembro, veio falar comigo e eu disse para ele, “Olha, cara, a música que você faz é péssima”. Uns meses depois ele era disco de platina. Realmente os tempos mudam.

Qual foi o pior pedido que te fizeram enquanto DJ?
Na verdade não me lembro de nada assim muito maluco. Acho que tem a ver com a época, antes as pessoas me respeitavam muito e eram sempre simpáticas comigo, assim como eu era com elas - nunca neguei um pedido de música. Eu estava provendo um serviço, não podia negar, entende?

FELIX NICKLAS

** Link apostila Básica - Curso de DJ **


Segue link para Download ( Copie o link e cole no seu navegador ) !!!


http://www.4shared.com/document/6PvZp3DU/Curso_DJ.html

** Dia 25/09 Projeto BEAT BEAT HIT na loca by DJ André Pomba **



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terça-feira, 31 de agosto de 2010

** Stereo Love (feat. Vika Jigulina) Edward Maya Tradução e letra. ***

Stereo Love (feat. Vika Jigulina)

When you're gonna stop breaking my heart
I don't wanna be another one
Paying for the things I never done
Don't let go
Don't let go
To my love

Can I get to your soul
Can you get to my thoughts
Can you promise we won't let go
All the things that I need
All the things that you need
You can make it feel so real.

Cuz' you can't deny
You've blown my mind
When I touch your body
I feel I'm loosing control
Cuz' you can't deny
You've blown my mind
When I see you baby
I just don't wanna let go

I hate to see you cry
Your smile is a beautiful lie
I hate to see you cry
My love is dying inside

I can fix all those lies
But baby, baby I run, but I'm running to you
You won't see me cry, I'm hiding inside
My heart is in pain but I'm smiling for you

Can I get to your soul
Can you get to my thoughts
Can you promise we won't let go
All the things that I need
All the things that you need
You can make it feel so real

Cuz' you can't deny
You've blown my mind
When I touch your body
I feel I'm losing control
Cuz' you can't deny
You've blown my mind
When I see you baby
I just don't wanna let go

When you're gonna stop breaking my heart
I don't wanna be another one
Paying for the things I never done
Don't let go
Don't let go
To my love

I hate to see you cry
Your smile is a beautiful lie
I hate to see you cry
My love is dying inside (2x)

I can fix all those lies
But baby, baby I run, but I'm running to you
You won't see me cry, I'm hiding inside
My heart is in pain but I'm smiling for you

Oh baby I'll try to make the things right
I need you more than air when I'm not with you
Please don't ask me why, just kiss me this time
My only dream is about you and I

Amor Stereofônico

Quando você vai parar de partir meu coração?
Não quero ser mais um
Pagar pelas coisas que eu nunca fiz
Não deixe ir
Não deixe ir
Para o meu amor

Posso alcançar sua alma?
Pode atingir meus pensamentos?
Pode prometer que não vamos deixar?
Todas as coisas que eu preciso
Todas as coisas que você precisa
Você pode torná-las tão real.

Porque você não pode negar
Você mexeu com minha mente
Quando eu toco seu corpo
Sinto que estou perdendo o controle
Porque você não pode negar
Você mexeu com minha mente
Quando eu vejo você baby
Eu não quero deixar ir

Eu odeio te ver chorar
Seu sorriso é uma linda mentira
Eu odeio te ver chorar
Meu amor está morrendo por dentro

Posso corrigir todas aquelas mentiras
Mas baby, baby eu corro, mas estou correndo para você
Você não vai me ver chorar, estou escondendo dentro
Meu coração está na dor, mas estou sorrindo para você

Posso alcançar sua alma?
Pode atingir meus pensamentos?
Pode prometer que não vamos deixar?
Todas as coisas que eu preciso
Todas as coisas que você precisa
Você pode torná-las tão real.

Porque você não pode negar
Você mexeu com minha mente
Quando eu toco seu corpo
Sinto que estou perdendo o controle
Porque você não pode negar
Você mexeu com minha mente
Quando eu vejo você baby
Eu não quero deixar ir

Quando você vai parar de partir meu coração?
Não quero ser mais um
Pagar pelas coisas que eu nunca fiz
Não deixe ir
Não deixe ir
Para o meu amor

Eu odeio te ver chorar
Seu sorriso é uma linda mentira
Eu odeio te ver chorar
Meu amor está morrendo por dentro (x2)

Posso corrigir todas aquelas mentiras
Mas baby, baby eu corro, mas estou correndo para você
Você não vai me ver chorar, estou escondendo dentro
Meu coração está na dor, mas estou sorrindo para você

Oh querido eu vou tentar fazer as coisas direito
Preciso de você mais do que o ar quando eu não estou com você
Por favor, não me pergunte porquê, só me beije desta vez
Meu único sonho é sobre você e eu

** DJ Andy traz de volta a Sub Grave no K Club em SP **


DJ Andy traz de volta a Sub Grave no K Club em SP


Finalmente está de volta a SUB GRAVE! A tradicional festa que apresenta sempre grandes nomes do Drum & Bass terá agora também nas edições quinzenais, DJs em vertentes clássicas da música eletrônica. Você também vai ouvir: Dubstep, Breakbeats, House, Old School, Soul Funk.

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O grande retorno será dia 04 de setembro no K Club, no bairro da Vila Madalena na capital paulista.
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No line-up, os DJs Andy, Nine B2B, Critycal Dub, Bruno Belluomini (Vegas), Deejay Vaz (Phatbreakz) com o comando nos vocais de MC Black.
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Serviço:

SUB GRAVE @ K Club
04 de setembro de 2010 - 23hs
Rua Medeiros de Albuquerque, 357 - Vl. Madalena
Metrô Vl. Madalena
Info : (11) 8535-1007 begin_of_the_skype_highlighting (11) 8535-1007 end_of_the_skype_highlighting
Preços
Mulher vip - até 0h30
R$10 com lista/flyer
R$20 sem lista/flyer
Lista: subgrave@uol.com.br

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

*** sobre o Spirit Blue ***


Se o Planeta é AZUL vamos fazer o maior festival já visto nele, SPIRIT BLUE, com esse Slogan divulgamos o Spirit Blue, que será um dos maiores festivais de música eletronica.Tudo vai acontecer no Sambódromo Anhembi em São Paulo!
E a Nação da música te informa com exclusividade a primeira atração confirmada, “Edward Maya
Edward Maya é muito conhecido pela música “Stereo Love” e “This is My Life”, e também já participou de vários festivais desse porte pelo mundo.
Local:
Sambódromo Anhembi – São Paulo
16 de Outubro

Fonte. Nação da música.

** sobre Lady Gaga **


A cantora chamada Stefani Joanne Angelina Germanotta (conhecida como Lady Gaga) nasceu na cidade de Nova Iorque no dia 28 de março de 1986, tem descendência italiana e sendo a filha mais velha da família. Lady Gaga começou desde cedo sua vida musical com apenas 14 anos. Quando completou dezenove anos assinou contrato com a famosa gravadora Def Jam, mostrando a sua habilidade musical apresentando em shows espalhados pela cidade, mas depois de três meses não fazia mais parte do grupo.

Sua atual gravadora é a Interscope Records, o albúm recente se chama The Fame Monster e conta com uma participação especial de Beyonce, o novo cd tem apenas 8 faixas, a explicação de poucas músicas segundo Lady Gaga e por ser uma continuação do álbum anterior The Fame, com isso não faz sentido colocar as mesmas musicas no seu novo álbum.

** Cosmopolitan Lounge é moderno e animado **


O imóvel da Rua Bela Cintra onde funcionava desde 2003 o B&B Burguer & Bistrot ganhou outro perfil cerca de um mês atrás. Depois de uma breve reforma, de apenas trinta dias, seus proprietários o transformaram no Cosmopolitan Lounge. Agora, não há mais toalha nas mesas (e sim jogos americanos) e algumas das paredes ganharam tons avermelhados, reforçados pela iluminação, em referência à cor do drinque nova-iorquino que batiza a casa. Nos fundos, criou-se um pequeno e estiloso lounge, decorado com espelhos e fotos de ícones como Brigitte Bardot, Muhammad Ali e Beatles. Nesse espaço, um DJ dispara house, jazz e lounge (de quarta a sábado) e anos 80 (às terças).

Caso queira jantar, prefira a varanda da entrada, já que os ambientes internos têm iluminação exageradamente baixa. Mantiveram-se no cardápio os bons hambúrgueres (R$ 16,50 a R$ 37,50), servidos no pão ou no prato, assim como o canapé de mini-hambúrguer ao molho de mostarda de Dijon (R$ 21,50 a porção), um hit do B&B. Novidade, a panqueca de palmito (R$ 14,00), uma das cinco opções do menu, decepcionou: teve seu sabor ofuscado pelos demais ingredientes do recheio — tomate, salsinha e cebolinha verde. Além do cosmopolitan (feito com xarope de cranberry; R$ 18,00) e de uma seleção de martínis, a carta traz cervejas long neck (Stella Artois, R$ 7,50) e uma caprichada caipirinha de uva rubi (R$ 15,00). Na medida para comemorar aniversário, o bar oferece comandas individuais.

Rua Bela Cintra, 1693, Consolação / Higienópolis. Tel: (11) 3062-6959 begin_of_the_skype_highlighting (11) 3062-6959 end_of_the_skype_highlighting(11) 3062-5565

Fonte. VEJA SP (web)

segunda-feira, 21 de junho de 2010

A Activision acabou de anunciar oficialmente DJ Hero 2




DJ Hero 2 anunciado

A Activision acabou de anunciar oficialmente DJ Hero 2. Era do conhecimento de todos que o jogo estava em produção, principalmente depois de DJ Shadow e David Guetta confirmarem o seu envolvimento no jogo.

O jogo vai conter mais de 70 faixas de artistas como Dr. Dre, The Chemical Brothers, Kanye West, Metallica, Lady Gaga e Rihanna. O DJ Deadmau5 estará presente no jogo como uma personagem jogável.

Para celebrar o anúncio do jogo, um DLC gratuito para o original foi disponibilizado no Xbox Live e PlayStation Network com um mix das músicas “Just Dance” de Lady Gaga e “Ghosts ‘n’ Stuff” de Deadmau5. Este DLC apenas será gratuito do dia 8 ao dia 14 de Junho.

Os novos modos multiplayer vão permitir batalhas entre DJ com músicas especificamente produzidas para as batalhas. Um cantor pode ainda ser convidado para se juntar à batalha para cantar as letras ou fazer rap com os ritmos das músicas.

DJ Hero 2 será lançado neste Outono para a PS3, Xbox 360 e Wii.

** 15/06 morreu o radialista e DJ Ricardo Guedes **

Na madrugada do dia 15/06, morreu o radialista e DJ Ricardo Guedes.

Programador e ex-coordenador da Pool FM, foi DJ residente da extintas casas noturnas Contra-Mão e Toco, na Zona Leste de São Paulo. Atualmente, dedicava-se ao programa Volume 97, sucessor do House Definition, também apresentado por ele, na Radio Energia 97FM e estava no casting da agência 3plus.

De acordo com informações dadas em comunidades virtuais e na rádio Energia 97FM, Ricardo Guedes sofreu um enfarto, seguido de Acidente Vascular Cerebral. Conhecido por seu comportamento polêmico por ser um DJ de técnica perfeita, deu declarações como essa abaixo.

"O DJ sempre foi o cara mais bunda-mole da cena. O meu negócio é tocar, enquanto tiver saúde e nariz pra isso. Já encheu o saco passarem por mim como se eu fosse um DKW. Dei minha vida por isso, papai do céu falou: "Você vai morrer pobre, mas vai virar pra caralho". É isso que eu sei fazer e é isso que vou morrer fazendo. Agora, se não der um risco, você vai embora pra casa, principalmente se não tem a celebração que merece."

"Ninguém neste país vira melhor do que eu. Talvez o Marky vire igual. Melhor, não."

" Das minhas tendências, com certeza ficou um pouquinho de Recardo Guedes, que as batidas do seu som fique eternas nos nossos corações " Dj Nando Marques.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

** DIVERÇAS VARIANTES DA MUSICA ELETRONICA **



Trance:
O Trance é uma música que saiu do segmento Techno alemão no início dos anos 90. É muito parecido com o acid house, mais rápido que a house, e mais suave que o Techno mas pode fazer você dançar. O Trance é uma espécie de ambient em torno de 140 bpm. O estilo enfatiza linhas de sintetizador repetidas ao longo da batida, com mudanças rítmicas mínimas. Esses elementos geram um tipo de som que põe os ouvintes em um transe (isso é o fator vigente para a música trance). Apesar de minguar durante o meio dos anos noventa, o Trance fez um retorno imenso no final da década e hoje - muitas vezes - caiu no popular e se tornou um dos principais estilos eletrônicos, até mesmo como dance music ao redor do mundo.
Goa Trance:
Goa Trance surgiu na Alemanha (não na Índia como tantas pessoas pensam) e só foi inspirado em temas de Divindades daquele país - que existe uma região chamada Goa, onde se fala o português - misturado com um som eletrônico do trance puro. Estilo bem típico do local e que lembra muito o hinduísmo.
Hypno Trance:
O grande crescimento da música trance criou subgêneros mais complexos com batidas pesadas e velozes. A Hypno trance saiu meio que da mistura entre o Trance e o Hardcore. É bom lembrar que muitos o chamam de Hardtrance também.
Progressive:
Embora o progressive house levou a grande audiência para o seu lado, a progressive trance surgiu para "desbancar" isso e mudou o estilo do trance original para um som mais popular, mais comercial, levando em conta que a música trance nunca tinha desfrutado as mais altas posições dos top hits.
Acentuado o som mais liso típico do eurodance e house, progressive trance se tornou um som padrão das danceterias a partir do final dos anos 90. Alguns críticos ridicularizam o seu enfoque devido ao desarranjo e falta de habilidade para misturar as batidas, mas o progressive trance foi criticado pelos melhores DJs e idolatrado nos principais top hits da Inglaterra.
Techno:
O Techno teve suas raízes no House Eletrônico feito em Detroit no meio dos anos 80, por isso ele foi inicialmente difundido com o nome Techno-House.
A House ainda tinha conexão explicita com a Disco e era completamente eletrônica. Mas o Techno era uma musica extremamente mecânica, projetada para uma audiência pequena, especifica. Os primeiros produtores de Techno – Kevin Saunderson, Juan Atkins e Derrick May entre outros – realçaram as batidas eletrônicas, sintetizadas de artistas de electro-funk como Afrika Bambaataa “Planet Rock”, unidades de Synth-Pop como Kraftwerk “Neon Lights” e deixaram de usar “handclap” (palmas) nas batidas que era característica da house music. Nos Estados Unidos o Techno era underground, mas na Inglaterra, caiu no popular na metade dos anos 80. No início dos anos 90, o Techno começou a fragmentar em várias subcategorias, inclusive hardcore, jungle, etc.
Todas as subcategorias do Techno foram projetadas para ser tocadas em clubes onde elas seriam mixadas por DJs inicialmente. Por conseguinte, a maioria das musicas estavam disponíveis em discos de 12” ou compilações de vários artistas, onde as musicas poderiam tocar por muito tempo e poderiam proporcionar para o DJ muito material para mixar na seqüência dele. O Techno já estava ficando mainstream (no popular) mas ainda não tinha uma identidade definitiva. Mas, não surpreendentemente, no meio dos anos 90, apareceram vários artistas – particularmente o Prodigy, Chemical Brothers e Moby – empurraram o estilo e deram uma cara para o estilo e se tornaram as primeiras estrelas do Techno.
Aqui no Brasil, o Techno já tinha chegado no início dos anos 90, mas foi difundido apenas como dance music. Mas no final da década, o termo “Techno” chegou pra valer, causando uma mudança radical no cenário da música eletrônica no Brasil. Por ser um nome facilmente associado ao futurismo e a robótica, as pessoas passaram a assimilar todas as músicas que possuem recursos eletrônicos e futuristas a ele.
Prototechno:
Também conhecido como Techno retrô, esse termo na verdade não é realmente um estilo de música. È só uma ligação de vários artistas e estilos que tiveram grande impacto nos criadores do Techno em Detroit. Nós podemos incluir aqui o Techno-pop do Kraftwerk, o funk de George Clinton (Funkadelic/Parliament), o electro do Afrika Bambaataa e o Techno do Cybotron.
Detroit Techno:
O Detroit Techno é caracterizado pela obscuridade, riffs destacados, estilo eletrônico primitivo e vibrações mecânicas influenciadas pelo funk, tocados em instrumentos analógicos. Os vocais são raros, o ritmo aqui é o mais importante. Um dos primeiros projetos a experimentar esse estilo foi o Cybotron, Model 500, Kevin Saunderson, Rhythm Is Rhythm e Reese.
Pra quem não sabe, o Cybotron lançou suas primeiras produções no estilo Detroit Techno em 1981, com influência do electro-funk de “Planet Rock” Eles também foram uma parte ativa nas rádios e nightclubs de Detroit. Eles não deram muito certo em seu progresso até que um ano depois eles produziram “Clear”. Em 1985, Juan Atkins, Derrick May e Kevin Saunderson ficaram firmemente estabilizados na cena musical. Eles sempre lembraram do Kraftwerk e Parliament em suas músicas.
De fato Kraftwerk e George Clinton têm ambos, às vezes, responsabilidade na criação do Detroit Techno.
Techno-pop:
A Alemanha é onde a banda Kraftwerk nasceu. Depois que o sucesso da música deles começou a trazer bons resultados, o movimento Neue Deutsche Welle (New Wave Alemã) ganhou força e foi reverenciado por duas gravadoras de Dusseldorf: Ata Tak e Zick Zack. Então surgiu o Techno-pop nos anos 80 que conta com artistas como o próprio Kraftwerk, Moskwa TV, Boytronic, New Order, Front 242, Pet Shop Boys, etc.
Funkybreaks:
Uma mistura de Techno, Trance, Hip Hop e Jungle, o Funk Break se tornou um dos estilos mais amplamente ouvidos na música eletrônica graças a sua popularidade em alguns comerciais de televisão durante o início dos anos 90. Alguns artistas notáveis são Chemical Brothers, Prodigy, Crystal Method e DJ Icey.
Electroclash:
Electroclash é um movimento que surgiu para dar uma nova cara para a música eletrônica. Esse estilo tem influencias de inúmeros tipos de coisas.
A essência das músicas são a cibernética, computadores, sexo, cultura punk, pop art, moda, new wave e ritmos influenciados pela disco dos anos 70. Há também alguma ligação com o Detroit-techno e com ghetto-tech.
O termo “Electroclash” foi criado por Larry Tee. O trabalho dele com DJ Hell ajudou na difusão desse estilo.
Atualmente o Electroclash conta com artistas como Miss Kittin, The Hacker, Golden Boy, Peaches, Chicks on Speed e Tracy and The Plastics.
Mas não confunda Electroclash com o Electro (vertente do rap). Alguns difusores desse estilo costumam dizer “electro” se referindo ao Electroclash.
Progressive Electronic:
Este estilo se desenvolveu em lugares pouco conhecidos. Ao invés de samplear e usar sintetizadores, os produtores deformam os timbres originais, às vezes para um estado irreconhecível.
Vários artistas deste estilo também criam os próprios sons em vez de usarem sons predefinidos que vem em sintetizadores. Normalmente são processados instrumentos acústicos executados em tempo real por meio de reverb, que harmoniza e da uma dimensão nova para a música. Estas músicas abrem mundos novos de ouvir, pensar e sentir. Na pior das hipóteses, os artistas de Progressive Electronic adoram tecnologia para seu próprio interesse, recusado a alma da verdade expressão artística. Jean-Michel Jarre é um exemplo.
Break Beat:
É caracterizado pelo uso de batidas e samplers de hip hop com velocidade aumentada, scratches e outros efeitos com mixagens e elementos do Techno. Freqüentemente tem influencias de reggae, mas o tempo é drasticamente mudado (pra cima).
Acid Techno:
Quando o acid house estourou alguns produtores resolveram fazer uma vertente deste estilo mais rápida e mais mecânica. Bastante parecido com o trance, o acid Techno inclui artistas como Aphex Twin, Dave Clarke e muitos outros.
New Beat:
Um fenômeno bastante breve, New Beat surgiu no início dos anos 90 como uma derivação de Acid House. Influenciado também pelo Detroit-techno e eurodance, new beat foi centralizado na Bélgica, onde gravadoras caracterizaram o estilo como uma divisão do acid, mas com queda para a música pop. O sucesso do KLF em 1990-91 sustentou o new beat por algum tempo, mas depois que eles caíram no esquecimento, o estilo enfraqueceu depressa. Aqui no Brasil, o new beat virou uma febre no final dos anos 90 e início de 2000 quando surgiram algumas produções nacionais co DJs como DJ Explorer, DJ Phenomena e MP4. As produções nacionais de new beat são chamadas de Techno e te fazem dançar, mas o conteúdo artístico e o desenvolvimento são quase sempre sem muitos arranjos, pois tudo é sempre copiado de outras músicas.
Indiedance:
É uma vertente originada do rock underground na Inglaterra. É uma música com componentes eletrônicos. Björk, Chermical Brothers, Happy Mondays e Primal Screen são bons exemplos.
Tribal:
As músicas do Tribal-Techno são simples, repetitivos e a energia é primitiva e motriz. É minimalista, cria poucas misturas, melodias sutis, e seus samplers tem vocais com tema étnico pesado.
Industrial:
Durante os anos 80, a música industrial saiu do escuro e deu as caras para o mundo, mostrando uma posição importante na historia da música experimental e se tornou uma categoria bastante popular (principalmente na Bélgica) ao lado da musica alternativa e do heavy metal. Este estilo passou a ser difundido como E.B.M (Electronic Body Music) por vários artistas como Front 242, Nitzer Ebb, Skinny Puppy e Ministry, que ganharam importância significante no mundo da música eletrônica. Nos anos 90, a música industrial se dividiu em dois movimentos: um que defendia um amplo uso de aparelhos como guitarras e outros que continuava utilizando a atmosfera da música eletrônica.
Intellitechno:
Estilo caracterizado pelo Techno menos comercial e mais complexo e superior.
Cyberdelia:
Estilo que mistura o Techno com atmosfera psicodélica. Também chamada de Technodelia, esse som é ligado aos hippies da idade moderna.
Ethnotechno:
É a fusão de elementos étnicos - principalmente africanos e hindus – samples antigos, mas que foram popular no final dos anos 80.
Big Beat:
Já foi chamado de Bristsh-hop e Chemical Beats. O Big Beat, é uma ligação entre o dance e o rock. Os Chemical Brothers, com seu uso pesado em breakbeats, são os pioneiros de um gênero que agora conta com muitos outros defensores como Propellerheads, Bentley Rhytm Ace e principalmente FatBoy Slim
House:
Criação: Todo mundo sabe que nos anos 70 a Disco Music esta no seu auge. Mas algumas pessoas dizem que na década seguinte, a Disco acabou. Bem a verdade é que a Disco não acabou. Apenas se deformou em vários subgêneros.
Dessa deformação surgiu a House que é o seguimento da cultura Disco do início dos anos 80 em Chicago. O seu maior colaborador foi Frankie Knuckles que é considerado o criador da house. Depois que a disco se tornasse popular, alguns DJs populares - particularmente esses em comunidade gays – alteraram a música para ficar menos pop. A batida ficou mais mecânica e os graves ficaram mais fundos, enquanto elementos eletrônicos, Latin Soul, Dub Reggae, Rap, Jazz que foram colocados em cima daquela nova batida 4/4 “instante”. O nome “House” traz uma pergunta: Por que esse nome? Veja bem, alguns dizem que o termo vem de uma discoteca chamada “Warehouse”, onde se tocava exclusivamente este estilo. Já outros defendem a idéia que esta música era tocada em festas feitas em galpões abandonados (warehouse = galpão). Mas nenhuma das duas idéias estão comprovadas.
Geralmente, a música house era puramente instrumental e quando havia os vocais, era de mulheres que cantavam melodias sem palavras chamadas wordless. A evolução da House Music fazia os ritmos ficarem mais frenéticos, repetitivos e alucinantes. Seu logotipo é a famosa carinha do Smiley inventado por DJ Pierre como tema do “Acid Tracks”.
No final dos anos 80, o House tinha fugido de clubes underground em cidades como Chicago, Nova York, e Londres, e tinha começado sair pra mídia particularmente na Inglaterra e Europa e em a parte depois debaixo das asas de artistas como C+C Music Factory e Madonna. Ao mesmo tempo, a House que estava quebrando no quadro pop, também estava se dividindo em vários subgêneros como, Hip-house, Ambient House e o mais significativo, o Acid House.
Durante os anos 90, o House deixou de ser a música dance da maior sucesso, contudo permaneceu popular em clubes ao longo da Europa e América. Mas nesse novo milênio, uma nova onda de artistas de House progressivo voltam a aparecer. Isso inclui Daft Punk, Basement Jaxx e 808 State que voltaram a moda house com trabalhos merecedores de divulgação.
Alguns artistas de House são Black Box, Opus III, Deee-Lite!, Tem City, Robin S., etc.
Acid House:
Estilo de música dance que surgiu da house e se espalhou por todo o mundo. A Acid House teve sua primeira aparição no meio dos anos 80, num trabalho chamado “Acid Trax”, feito pelos produtores de Chicago DJ Pierre, Adônis, Farley Jackmaster Funk Phuture (esse último que levou o nome na música que virou clássico).
O Acid House é a mistura de elementos da house (que já estava arrebentando em Chicago e Nova York com o som pesado e graves fundos do sintetizador Roland TB-303.
Esse estilo era exclusivamente um fenômeno de Chicago, mas rapidamente os singles cruzam o Atlântico e a Acid House assumiu o controle nas festas em Londres em 1987. Então a parti daí, a Acid House ficou conhecida e saiu para o popular em 1988.
Chicago House:
Na cidade de Chicago, muitos DJs começaram a experimentar Disco Music com samplers de bandas como Krafwerk e new Order.
Então um novo som surgiu com uma média de 120 bpm, batida 4/4, vocais Soul e samplers tirados de piano.
A House de Chicago é conhecida pelo piano e pelos vocais sampleados. Algumas pessoas dizem que a house criada em Chicago é a primeira, isto é a “Old School”.
No final dos anos 80, este estilo foi parar na Europa e deste então, DJs europeus tem experimentado o Chicago House.
Garage House:
É um subgênero da House. O termo “Garage” foi criado para diferenciar do House menos popular e comercial. O nome do estilo vem da casa noturna de Nova York “Paradise Garage”. Assim como o Freestyle, a Garage House tem alguma influência de R&B e Gospel, e tem vocais mais refinados que a House de Chicago. Alguns artistas que se encaixam aqui são Robin S. e Sounds of Blackness.
Ambient House:
Ambient House é aplicada para designar um tipo de música eletrônica para não ser necessariamente só para dançar. Em sua aplicação mais rigorosa, a Ambient House destacou um som com elementos de Acid House, batida 4/4 relaxantes, sintetizadores climáticos e vocais sedutores breves usados para uma música mais atmosférica que incide na profundidade e espaços abertos.
Existe também o Ambient Dub que mescla sons Ambient House com outros ecos e outros efeitos dub da musica jamaicana. Todas são musicas envolventes.
Deep House:
Não é bem uma categoria da House. É apenas um termo para diferenciar o bom house das músicas comerciais de artistas sem muita categoria. Também é conhecido como Flash House.
Hard House:
Hard House é como o nome já diz: House com ritmo mais agressivo. Hard House é uma mistura aguada de House e Techno.
Hip House:
Hip House é uma mistura de Hip-Hop e House. Suas características são: batida 4/4; teclado e sintetizadores. Os vocais e toda produção da música tem toda alma da cultura Hip-Hop. Exemplos de artistas: Cut N’ Move e De La Soul.
Nu House:
No início também se chamou New Brit House. Nu House é a forma de classificar o house britânico da nova geração; mais puro, com influências negras com Soul, Funk, Disco e Jazz. Exemplo: Basement Jaxx.
Acid Jazz:
É uma música tocada pela geração criada no meio do Jazz como também no Funk, Disco e Rap. A sua existência consiste em juntar a ênfase dos instrumentos com o Hip-Hop e Dance Music. O termo Acid Jazz surgiu em 1988, devido ao som Acid house ter aparecido. É uma fusão de riffs de Jazz, batida Funk Hip-Hop e um pouco de tecnologia. Geralmente tem instrumentos ao vivo, arranjos lisos e a energia de Jazz. Podemos citar Jamiroquai, Stereo MCs e US3.
Dream House:
Foi criado pelo italiano DJ Parrini no final de 1993. o maior sucesso deste estilo é a musica “Children” de Robert Miles. Este estilo veio originalmente do Trance. Normalmente tem batidas 4/4dançantes, com sons melódicos e suaves. Às vezes uma mulher é a vocalista que dubla para produtores.
Freqüentemente este tipo de música é fundido com Techno e/ou música progressiva.
Alternative:
Alternative Dance tem definição de House simplificado, Hi NRG, Rock e Techno. É um estilo com muitos teclados, baterias eletrônicas e arranjos vocais para misturar House, Rock e Techno. Alguns dizem que este estilo surgiu só para os roqueiros curtirem dance music, já que eles são extremamente diferenciados no seu estilo. Enigma Depeche Mode, Erasure, Everything But The Girl e New Order são bons exemplos.
Progressive:
Progressive House é baseado em menos sampler, menos vocais com gemidos e menos cultura Hip-Hop. Isto significa que este estilo ganhou outras influências e perdeu algumas características do Techno. Exemplos: Underwold e Fluke tocam House Progressivo.
Latin House:
A origem do house latino é quase tão antigo quanto a própria House. O house latino mescla a energia da House com o estilo “caliente” e sensual caracterizado pela música latina. Artistas Martha Sanchez e Fey.
Jazz House:
A fusão da House Music, música ambient com atmosfera do Jazz se transformou num estilo chamado Jazz House. Um bom exemplo desse som é “Rose Rouge” do Saint German...
Disco House:
Disco House adota fortemente os clássicos da Disco e do Funk dos Anos 70, com melodias cativantes e animadas. Na Inglaterra, este estilo é chamado de Tesko.
Tribal:
Tribal House é identificada pela sua percussão. Os arranjos geralmente são simples e repetitivos, levando o ouvinte a perceber o estilo primitivo da House. Tem melodias sutis e é minimalista. Os samplers são inspirados em sonoridades étnicas de regiões indígenas.
Drum ‘N’ Bass:
Fundado quase completamente na Inglaterra, Drum ‘n’ Bass é uma evolução de Hardcore Techno que surgiu no início dos anos 90. Normalmente, é completamente instrumental, consistindo de nada mais que baterias eletrônicas e baixos profundos. O termo Drum ‘n’ Bass começou a ser usado como alternativa ao jungle. Muitos os criticam por ser racistas, já que o jungle era associado aos negros. Na verdade, Drum ‘n’ Bass trata-se de jungle com enfoque musical eletrônica e os padrões de bateria mantidos, com arranjos direcionados ao Jazz. Alguns artistas: Alex Reece, Roni Size, Flytronix, Omni Trio, Grooverider.
Jungle:
O Jungle é a combinação de Break Beat com vocais de Reggae e baixo pesado e pronunciado.
Hardstep:
Este é uma vertente do Drum ‘n’ Bass, que é identificado pelos seus baixos reforçados e seus violentos e vertiginosos ritmos. Uma forma de Jungle onde as batidas são mais de vanguarda.
Ragga:
É a forma mais primitiva de Jungle e pode ser facilmente reconhecida. Tende a usar graves distorcidos de Reggae e vocais tirados também do Reggae.
Dark:
Quando o Jungle saiu do Breakbeat que se dividiu em Hardcore Techno, o estilo que surgiu foi “Dark”. Isso é porque é usado samplers de filmes de ficção científica e de terror e o som é sombrio.
Dark Roller:
É um subgênero do Drum ‘n’ Bass que tem um toque mais obscuro e hipnótico.
Drill ‘n’ Bass:
Foi uma evolução involuntária do Drum ‘n’ Bass. Um Breakbeat que tinha como base poderosos efeitos auditivos e programação para deformar as batidas em um som frenético e rápido.
Criado em 1995, os pioneiros foram Aphex Twin, Luke Vibert e Squarepusher. No ano seguinte, o Drill ‘n’ Bass cresceu com músicas lançadas por esses artistas.
Logo depois surgiram vários artistas que se identificaram com o estilo e o Drill ‘n’ Bass ficou reconhecido. Mas foi uma moda passageira e hoje o Drill ‘n’ Bass ficou no esquecimento.
Industrial:
Reagindo contra a música industrial que estava aumentando a influência de Heavy Metal, alguns artistas começaram a mistura industrial com Breakbeat de Jungle e o Techno. Dessa mistura surgiu o Industrial Drum ‘n’ Bass.
Segundo os pioneiros da música industrial (como Front 242, Cabaret Voltaire e Skinny Puppy), eles mantiveram o ritmo e desenvolvimento da música eletrônica e vocais incorporados.
Jazzstep:
Uma faceta do Jungle onde elementos dos Jazz são utilizados.
Artcore:
Tendência experimental mesclada com Ambient Jungle. Também é chamado de Intelligent Jungle.
Lounge:
Na verdade, Lounge não é um estilo, mas sim um lugar em casas nortunas ou festas onde se pode descansar, dormir, se esparramar e ouvir um som que leva ao caminho oposto ao dos estilos acima, ou seja, diminuir o ritmo do público. Mas hoje em dia o termo Lounge se tornou sinônimo desse tipo de som mais sossegado. Para quem não conhece, qualquer música dance é Techno, e qualquer música de chill out é Lounge.
É bom ficar atento à esse estilo pois muitas vezes as oportunidades de tocar em grandes casas surgem para iniciantes abrirem a noite com um som mais calmo.
Trip Hop:
No início de tudo (na Inglaterra), o Trip Hop foi criado numa tentativa de caracterizar um novo estilo de Jazz, Funk trazidos para a era digital com Breakbeat experimental que começou a ficar conhecido em 1993.
Um pouco parecido com o Hip Hop americano (entretanto em grande parte, menos vocal) com uma mistura de música eletrônica tipicamente mais experimental. Alguns artistas são Morcheeba, Chemical Brothers, Shadow, Tricky, Crystal Method, The Sneaker Pimps e Massive Attack.
Ambient:
É a música eletrônica para relaxar. É uma mistura de sons envolventes com ecos e outros efeitos. Toda música Ambient leva a direção oposta da Hardcore, reduz a velocidade das batidas e tem texturas eletrônicas aguadas. Era usado como fundo, quando os DJs precisaram de um Break no Hardcore Techno. Esse som também é característica de fundos para comercias de TV ou Rádio.
Música Eletroacústica:
O resultado de utilização simultânea de sonoridade concretas e sons eletrônicos puros, a música eletroacústica, apesar de ter surgido em estúdios radiofônicos, encontrou espaço em centros de estudo e pesquisa universitária para se desenvolver. A partitura de uma composição eletroacústica difere-se visualmente das partituras convencionais, em especial, pela liberdade de ser comandada pôr um maestro.
Música concreta e musica eletrônica são as duas vertentes que o originaram este tipo de música. Elas, a principio, se difere no que dizia a respeito à procedência e manipulação do material sonoro a ser utilizado nas composições. Surgiram pôr volta de 1950 na França e na Alemanha respectivamente. A música concreta e utilizada material pre-gravado e manipulado eletronicamente em suas composições; e aqueles que aderiram a musica eletrônica pura, trabalhavam exclusivamente com sonoridade sintetizadas em aparelhos eletrônicos. Ou seja, a música concreta permitia o uso de sons acústicos (posteriormente processados pôr aparelhos eletrônicos), tais como ruídos e vozes. Já, a música eletrônica pura, não permitia a presença de nenhum som preexistente mesmo se esse fosse reprocessado eletronicamente.
A mistura desse dois estilos de música, a concreta e a eletrônica pura, encaminhou a música eletroacústica a uma mistura composicional e timbristico através da inclusão da voz humana.

Fontes:
Estes termos foram retirados de uma apostila que ensina técnicas para DJs iniciantes escrita por Rafael Alem Appugliese.