** FAÇA SUAS PESQUISAS AQUI **

sexta-feira, 6 de maio de 2011

** 4º Festival de novos DJ´s do CMIJ **










*** Clube Alôca - 16 anos animando a noite de SP ***



A Lôca

A Lôca é referência do circuito underground de São Paulo há 15 anos. O clube orgulha-se de ter a pista de dança mais democrática da cidade, ponto de encontro de várias tribos e de diversos gêneros musicais. Grandes nomes da música eletrônica vêm se revezando na cabine de som ao longo dos anos e hoje A Lôca conta com um time de DJs residentes e promoters de primeira linha.

Porém, é bom voltar um pouco no tempo… Antes de tornar-se A Lôca, a casa chamou-se Samantha Santa, que durou seis meses. Então, em julho de 1995 – pelas mãos e mentes do promoter Nenê Krawitz e de DJs como Zozó, Ednei, Renato Lopes e Mau Mau, A Lôca deu início à sua maratona clubber, até chegar aos dias de hoje.

Algumas das figuras mais queridas e badaladas da noite paulistana estão à frente do sucesso da casa, como André Pomba, Nenê Krawitz, Kátia Miranda, Elloanígena, Arethusa, Léa Bastos, Sylvette Montilla e muitas outras. O clubinho “mais under do que ground” recebe a todos com simpatia e animação de terça a domingo. A ferveção na pista é garantida por top DJs residentes – como André Pomba, Luca Lauri, Atum, Ednei, Leiloca Pantoja, e vários outros – que incendeiam as noitadas com rock, pop e o melhor da eletrônica.

Nas terças-feiras, o promoter Nenê Krawitz comanda da festa Tapa na Pantera.

O som varia entre pop, disco e electro e os DJs residentes, que se alternam no decorrer do mês, são Atum, Leiloca Pantoja, Luca Lauri e Mauro Borges. A cada semana DJs convidados, entre top DJs e celebreties, levam seus hits preferidos pra dar um Tapa na Pantera. Na porta a deslumbrante Kátia Miranda recebem o povo descolado e eclético.

A festa Revert rola nas quarta-feiras com muito tribal e house, sob a batuta dos DJs residentes Paulo Ciotti e Rodrigo Borro com seus convidados especiais. A Revert tem como promoter Alex F. Kátia Miranda é a hostess, e Léa Bastos recebem no camarote VIP.

As quintas-feiras são noites de muitas Locuras. André Pomba é o responsável por uma das noites mais agitadas da cidade onde os residentes Johnny Luxo, Roque Castro, Grá Ferreira e Mauro Borges colocam todo mundo pra dançar com um mix absurdo de pop, disco e flash house. E ainda tem a bombástica Sylvetti Montilla em showzinhos superanimados!

Nas sextas, a galera do old school se mistura com a nova geração da noite, na nova Sexta com TUDO dentro, do promoter Nene, onde os DJs são livres pra tocar o que quiser, e os convidados são sempre variados.

Os embalos de sábado à noite agora são sáBABADO! Mais uma vez André Pomba toma a dianteira e organiza noites descoladas a cada sábado. A cada mês acontecem as festas: Martelinho de Ouro, Dirrty, Beat Beat Hit e as festas especiais do site MadonnaOnline.

E no domingão o esquenta começa cedo com Gabriel Rocha se revezando na matinê do Grind, das 19h às 23h. Depois, André Pomba assume as picapes com seus vários convidados. E como domingo é dia de diversão, a inconfundível Elloanígena apresenta performances hilárias e absurdas!


Clube Alôca

Rua Frei Caneca, 916

Fones: (11) 3159-8889 e 8088-2062









quarta-feira, 9 de março de 2011

** CHEGOU A HORA - 3º FESTIVAL DE NOVOS DJ´S DO CMIJ **



3º Festival de novos DJ´s do CMIJ !!!

Dia 13/03 (DOM) das 14 as 21 hs.

Acaba de nascer a mais nova turma de DJ´s do CMIJ.

E voce esta convidado para prestigiar.

Entrada Free das 15 as 17hs. / Após R$ 5,00 entrada ou R$ 10,00 consuma.

Rua 13 de maio 363 – Bixiga – SP Infos 11 3104 5920 / 11 9409 0973



quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

** Festival LGBT em SP tem inscrições abertas **

Entre os dias 25 e 27 de fevereiro a Associação Cultural Dynamite, em São Paulo, vai receber um festival pensado para reunir várias expressões da cultura LGBT. O Boys & Girls, que nasceu como uma festa mensal no Dynamite Pub, cresceu e vai apresentar o trabalho de performers, artistas plásticos, DJs e bandas que de alguma forma dialogam com a comunidade homossexual. A programação prevê que nos dois primeiros dias de evento se apresentarão DJs, banda e performer. No último dia também rolam atrações musicais, além de oficinas de DJ e maquiagem, exposição e feira cultural. Nos três dias um artista será selecionado para o Fazendo Arte e produzirá, diante do público, uma obra inspirada no próprio festival. De acordo com o produtor cultural Hanilton Scofield, responsável pela organização, o intuito é misturar artistas consagrados com gente nova, sempre pensando na identificação com os LGBT. "Algumas bandas que irão se apresentar, por exemplo, tem integrantes assumidos, mas não é obrigatório que o artista seja gay para participar. Só precisa ter alguma forma de indetificação com este público", explica ao Mix. Ainda segundo o produtor, o festival quer quebrar a ideia de que gays se resumem a um único segmento. "Quero provar que o público não curte apenas música "bate-cabelo" e apresentações de Drags. No Boys & Girls teremos isso também, claro, mas quero mostrar outros estilos, formando uma real pluralidade", explica. E você, se interessa em mostrar sua arte? As inscrições para o Boys & Girls já estão sendo feitas via internet, no site do evento. O prazo termina.
Confira um resumo das atrações:
25 de fevereiro – sexta-feira / 23hs26 de fevereiro – sábado / 23hs
4 DJs1 banda1 performance1 Fazendo Arte
27 de fevereiro – domingo 15hs
3 DJs1 banda1 performance especial2 oficinas (DJ e maquiagem)
Exposição e Feira Cultural

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

** Cursos profissionalizantes de DJ ajudam a ganhar dinheiro nas férias **

Quando a profissão de disc-jóquei ainda engatinhava, os artistas se viam reclusos a um canto do salão ou atrás de uma cortina. Hoje, eles ocupam o posto de maior destaque das festas e esbanjam fama de estrela. Esses são alguns dos motivos que levam os fãs de música, sobretudo do gênero eletrônico e hip-hop, a buscar os cursos de DJ. Juntar dinheiro, principalmente no período das férias, também faz crescer o interesse. “Em dezembro e janeiro, as inscrições dobram”, afirma a DJ Lisa Bueno, professora e dona da academia E-DJs, no centro. Lá, crianças, jovens, adultos e idosos aprendem a comandar os pickups. Existem pelo menos outras seis escolas na cidade que se dedicam a formar profissionais da discotecagem. O esquema costuma seguir a linha de aulas teóricas de aproximadamente uma hora e algumas voltadas para a prática, sempre monitoradas. Quem estabelece os dias e os horários do curso são os próprios alunos, que podem escolher o método intensivo ou instruções particulares. Instalada em Pinheiros, a Academia de Áudio abriu suas turmas de formação de DJ dois meses atrás. Com duração de 340 horas — 250 delas preenchidas com vídeos e exercícios obrigatórios pela internet —, o curso dá diploma de especialista aos que o concluem.

Na DJ Escola, no Brooklin, rolam pelo menos dez turmas por mês. “O aluno vai aprender de tudo, desde conectar o aparelho na tomada até enfrentar a pista”, diz o proprietário Diego Logic. Estão incluídos no valor da inscrição palestras com o DJ Carlo Dall’Anese, figura conhecida nas cabines de clubes brasileiros disputados. Uma parceria com baladas como o Sonique, na Consolação, dá chance ao novato de se apresentar em uma festa de verdade após o fim das classes. Entre as lições dos cursos básicos aparece a técnica de transição de uma faixa para a outra de maneira sutil. Noção de ritmo, manuseio dos aparelhos e prática de efeitos também fazem parte da lista dos conhecimentos fundamentais de qualquer profissional do gênero. Vender seu peixe após a formatura pode levar à contratação de mais trabalhos. O melhor é gravar um CD com produções próprias e distribuí-lo a promoters de festas, além de postá-lo em todos os canais da internet. No início da carreira, ganha-se de 300 a 500 reais por uma hora e meia de apresentação. Para adquirir o próprio equipamento, não se desembolsa menos do que 3 000 reais. Existe a possibilidade, no entanto, de usar a aparelhagem das casas noturnas.

Para animar a pista

■ Conheça e pesquise diversos estilos musicais, além de montar um vasto arsenal próprio de canções

■ Aceite cachês baixos no início da carreira a fim de firmar seu nome no cenário das baladas

■ Saiba se promover. Distribua um set (seleção de canções), que serve de currículo, a promoters de festas e a outros contatos importantes

■ Acumule experiência para “sentir a pista”, ou seja, saber a hora certa de tocar um gênero mais animado ou mais calmo

■ No caso dos DJs de casamentos, aniversários e outros eventos, esteja preparado para lançar de axé a funk. Organize seus CDs, vinis ou arquivos de MP3 em pastas como “anos 70” ou “música judaica”

■ Não toque só as músicas de que você gosta, mas as que agradam ao público


Fonte: Revista Veja

sábado, 6 de novembro de 2010

*** Festival e Campeonato dos novos DJ´s do CMIJ ***




21/11/2010 ( Domingo )

CMIJ orgulhosamente apresenta:

3° Festival " LOKADEMIA DE DJ´S " no Dynamite Pub.

Apresentação e campeonato dos alunos do curso de DJ. Prof. Nando Marques

DJ Covidados:

Mr. Rizada - Ana Serroni !

Muito som das 15 as 21 hs não percam !!!

Dynamite Pub - CMIJ - Rua 13 de maio 363 – Bela Vista ( metros mais proximos Anhangabau e Brigadeiro )

Entrada H ou M: 10 R$

*** A minha aluna preferida ( um exemplo ) ***

*** Um pouco do pouco ***

terça-feira, 2 de novembro de 2010

** Amanhã dia 3/11 toco no Front Lounge ! **




Recém estreado, o Front Lounge trás a proposta ‘bar-restaurante-lounge‘ que faltava entre os bares da região da Rua Augusta, em São Paulo.

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Misturando modernidade, na aconchegante decoração, com a sofisticação dos pratos e drinks servidos, o Front é composto pelos profissionais de mais alto nível.

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Dica certa pra Happy Hour’s com os amigos após o trabalho, esquenta antes das Baladas, ou mesmo pra um papo ‘no balcão’…

www.frontlounge.com.br


Rua Fernando de Albuquerque, 77 - Consolação
11 - 3255 2840
contato@frontlounge.com.br

** Meu novo som " Natural " Bem dançante ! **







Link para Download aqui !

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

*** CLIP VIDEO AULA CRD ***

** 10 Dicas básicas de um DJ **


1) ORGANIZE SUA MÚSICA

Na hora do aperto, você não quer perder segundos preciosos atrás daquela música. Ela é tão perfeita para o momento, mas você vira freneticamente as páginas do seu case e tudo que vê são coletâneas de lounge. Para evitar o mico, organize-se! Pode ser por gênero, artista, tipo de balada, época, só não deixe seu material disposto como um shuffle desgovernado.

2) CONHEÇA SEU PÚBLICO

Essa é óbvia, mas como se esquece disso! Chegar com montes de tech-house para tocar em uma festa com público acima dos 50 anos? Não vai rolar. Achar que seus hits de Donna Summer e Chic vão arrasar numa pista cheia de molecada franjuda e de esmalte preto? Esquece.

3) SE INFORME SOBRE O LUGAR

É uma festinha para 20 pessoas? É um salão gigante onde cabe algumas centenas? É mais para bar ou é baladão com pista? É um clube onde público em geral vai se misturar com seus conhecidos? Ambientes diferentes pedem sons diferentes.

4) QUE HORAS? QUANTO TEMPO VOCÊ TEM?

Se você vai tocar por uma hora só, não há porque levar um super-case com 300 CDs. Você tem menos chance de dispersar e pode reunir apenas as melhores músicas. E é bom saber se você vai abrir a noite, tocar no auge da festa ou bem no finalzinho. De que adianta entrar com um som rasgando e doido se o público nem tomou seu primeiro drink.

5) CONHEÇA O EQUIPAMENTO

É claro que você não precisa dominar os painéis de efeitos especiais de um mixer Pioneer. Mas você deve pelo menos saber soltar um CD sem ter que chamar o técnico ou sem que um volume desproporcional exploda nas caixas. Domine o básico: volumes, botões de play/pause, graves/médios/agudos e os canais onde vão sair o som de picapes, CDJs, iPods ou laptops.

6) TREINE SUA SEQUÊNCIA

Fundamental. Na sua cabeça, parece uma boa ideia emendar aquela faixa do Basement Jaxx depois de um Daft Punk? Pois na hora de ouvir, pode ser que não soe tão bem. Se você gastar algumas horas experimentando viradas, sequências e transições, vai descobrir o que funciona ou não. Vai poder imaginar também seu set como um todo.

7) PLANEJE UMA SURPRESA

Tá certo que pode ser menos arriscado programar vários hits para sua discotecagem. Mas tem tanta graça? São as surpresas e escolhas imprevisíveis que destacam o DJ imaginativo do rebanho. Como quando Laurent Garnier tocou o remix de Marky e Xerxes para Roberto Carlos no Lov.e. Ninguém esperava. A casa caiu.

8) PESQUISE

Aqui vale o mesmo princípio de fugir do óbvio. Gaste um tempinho ouvindo música que você não conhece, reouvindo coisas ou descobrindo outras faixas ou remixes de um artista que as pessoas gostam. Pode ter muito mais efeito tocar uma versão rara de “Music”, da Madonna, do que o original que todo mundo conhece.

9) CHEQUE SEU MATERIAL

Vale a pena. Diminui a praticamente zero a chance de você por um CD que pula, um MP3 de baixa qualidade ou um vinil riscado que estala.

10) CONCENTRAÇÃO

Hora de tocar é hora de tocar. É o seu momento, é para isso que você se preparou. Deixe conversinha ou virar umas tequilas com os amigos para depois. Quer dançar e vibrar com o público? Vai que vai. Só não esqueça do som. É preferível um DJ que dança pouco, mas toca bem, do que o oposto. Por outro lado, não abstraia do público. É para ele que você está tocando, fique sempre ligado em como seu som está sendo recebido.


Fonte: http://www.blogueirascompulsivas.com

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

** O BRASIL PERDE UM DOS SEUS PRIMEIROS DJ´S ( DJ GREGO VALEU POR TUDO ) **


“Mans!” Consigo ouvir seu bordão mais famoso direitinho, como se ele estivesse aqui do lado. Mas o DJ Grego não está, nem estará mais do lado de ninguém nesse mundo. Ele faleceu na tarde desta quinta (16), no seu apartamento em São Paulo, de causas ainda desconhecidas. Tinha 53 anos e deixou dois filhos.

Que 2010 é esse, que nos tirou Ricardo Guedes e agora leva o Grego embora!

Difícil, ainda mais nesse momento, sufocado pela tristeza, resumir em palavras porque o Grego era tão especial.

Como amigo, ele, que nasceu mesmo na Grécia, batizado Ippocratis Bournelis, era generoso, leal, divertido, apaixonado, carinhoso, carismático, gentil, falador, festeiro e barulhento (apropriadamente, só escrevia com o CapsLock ligado).

Como DJ era simplesmente um dos melhores e mais importantes que já passou por esta terra. O Grego começou a tocar na largada dos anos 70. Foi por acaso, que era como rolava nesse tempo em que “DJ” e “carreira profissional” nunca estavam na mesma frase.

Logo, ficou evidente que ele tinha jeito pra coisa. O amor pela música já existia no sangue, claro, mas foi na discotecagem que ele encontrou o veículo perfeito para expressar esse sentimento.

E se tornou um dos melhores, senão o melhor do país. Tocou nas principais casas de São Paulo nos anos 70. Lançou um dos primeiros vinis mixados do país. Se chamava Maestro Mecânico e trazia umas dez faixas (metade de cada lado) sem interrupções. Na contracapa, fotos dele novinho (nem 20 anos tinha) no seu habitat natural: a cabine de som, que naquela época, significava um paredão com luzes, gravador de rolo e móvel de aço escovado.

Se nos anos 70, Grego virou rei em São Paulo, nos anos 80 seu reinado se estendeu pelo Brasil. Fazendo a transição, naquele tempo ainda rara, da cabine para o estúdio, Grego abraçou a arte da edição e do remix. Não era para os fracos: em tempos onde não existia software, os trabalhos eram fruto de pacientes horas e horas cortando e emendando pedaços de fita com gilete e fita adesiva. Logo, também passou a usar acessórios como bateria eletrônica e synths.

Seus edits viraram uma série de vinis chamados Montagens Exclusivas. Rapidamente, ele virou O cara no Brasil para reconfigurar músicas para a pista de dança.

Choveram trabalhos de remix para artistas como Kid Abelha, Metrô, Leo, Jamie e Gilberto Gil. Seu trabalho mais famoso foi para “Loiras Geladas”, do RPM. A música foi talvez o maior hit brasileiro de 1985, não o original, mas o remix do Grego.

Depois desse pico de produção e criatividade, os anos 90 viram Grego envolvido mais com trabalho ligado ao business musical. Ele morou em Miami um tempo e ficou de fora dos novos desdobramentos da música eletrônica por um tempinho.

Na década seguinte, o nome do DJ Grego correu risco de ficar esquecido na mal contada história da dance music no país, lembrado só pelo pessoal que estava no meio há mais tempo. Clau Assef, com seu livro Todo DJ Já Sambou, contribuiu muito para que o nome do DJ Grego fosse resgatado e apresentado às novas gerações.

Nos últimos anos, seu gás criativo parecia renovado. Inventou projetos musicais, gravou faixas e remixes (quase sempre ao lado do jovem parceiro Anthony Garcia), começou a tocar mais por aí e montou um programa de TV online filmando DJs que iam tocar na sua casa. Sempre com tesão, sempre com entusiasmo.

Casa essa que vivia cheia de gente, de parceiros das antigas a aspirantes que iam lá em busca de aprendizado e inspiração. Ao contrário de muitos de seus contemporâneos, sempre resmungando sobre a cena atual, Grego curtia se conectar às gerações mais novas e ficar por dentro do que rolava. Ao mesmo tempo, sempre preocupado em manter viva a história e os fundamentos da cultura do DJ, da noite e da pista de dança.

Mans, a saudade que você vai deixar não tem tamanho. Mas tenha certeza que, pra todo mundo que tem amor por tudo isso que você ajudou a criar, você vai estar sempre por perto.


Fonte: http://bateestaca.virgula.uol.com.br/2010/09/17/rip-dj-grego/comment-page-2/#comment-1480

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

** O Primeiro DJ do Mundo, sera ??? **

Klaus Quirini alega que foi o primeiro DJ do mundo. Obviamente esta é uma afirmação extremamente duvidosa que nunca ninguém vai conseguir provar, mas até agora ninguém se queixou, portanto vamos ter de aceitar. E por que não?



Reza a lenda que uma noite Klaus se deparou por acaso com uns toca-discos, adotou a alcunha de DJ Heinrich e deu início à uma nova era. Já que não fazemos ideia do que era entretenimento na Alemanha do pós-guerra e estamos interessados em saber o que um cara de 67 anos tem a dizer sobre o que é ser o pai da cultura DJ, encontramos com ele para uma conversinha.

Vice: Como foi a sua primeira noite como DJ?
Quirini: Foi em 1953. Na época trabalhava como jornalista. Tinha acabado de fazer 18 anos e fui até um clube de dança (a palavra “discoteca” ainda não tinha sido inventada). De acordo com a lei eu ainda era menor, mas estava bêbado de uísque. O cara da Ópera de Colônia que estava cuidando da música nessa noite era muito chato, por isso eu e os meus amigos estávamos causando uma certa confusão. O dono do clube veio falar com a gente e disse que podíamos cuidar da música, já que achávamos que conseguíamos fazer melhor. E foi isso que fizemos.

E o que aconteceu depois?
Comecei a minha performance com as palavras, “Senhoras e Senhores, agora vamos inundar esse lugar” e toquei uma música sobre navios. As pessoas adoraram e aplaudiam tudo o que tocava. No fim da noite, o dono veio falar comigo e me ofereceu 800 marcos alemães por mês. Era muito dinheiro para época, isso foi logo depois da guerra. O meu pai me disse para arranjar um nome artístico, já que ele era um dos fundadores do Deutsche Bank e não queria o nome Quirini associado a esse tipo de coisa. Foi por isso que me apelidei de DJ Heinrich.

Quanto tempo demorou até os primeiros caras te copiarem?
Cerca de um ano. A palavra “disco” surgiu do nada e assim de repente já tinham 42 discotecas em Aachen, o que é impressionante para uma cidade com 250.000 pessoas. Hoje só restam quatro discotecas.

Os DJs de Aachen já eram baladeiros como os DJ de hoje?
Completamente. Eu dançava todas as músicas, às vezes até ia para o meio da multidão. Era por isso que tinha sempre duas toalhas junto à minha mesa, você pode imaginar o calor que eu sentia tocando música de terno e gravata. O
dress code era muito importante, muito mais do que hoje em dia, claro. Uma das coisas em que reparo é que os jovens de hoje se vestem muito pior do que antigamente. Se prestassem mais atenção àquilo que vestem, garanto que iam ter mais sorte com as mulheres.

E você, tinhas muita sorte com as mulheres?
Os tempos eram outros. Me casei aos 22 anos. Às quatro da manhã já estava satisfeito por aquilo ter acabado e poder ir para casa. A mentalidade também era diferente. Eu me via mais como um substituto para artistas, ou um fornecedor de serviços que tinha uma responsabilidade com a sua audiência, como um garçom que serve uma garrafa de champanhe.

Chegou a aprender os truques mais recentes dos DJs? Tipo remixes e scratching e essas coisas?
Não, isso já foi muito depois do meu tempo. Deixo isso para o Sven Väth e outros caras assim. O que me interessou mesmo na época foi quando começaram a aparecer os primeiros efeitos visuais, nos anos 70. A música dos discos é algo morto, sem vida, que tem de ser ressuscitado pelo DJ. Nos anos 70, as coisas começaram a se desenvolver mais para o lado dos efeitos. Os efeitos de luz e efeitos visuais eram mais interessantes do que falar com a audiência. O scratching só começou nos anos 80, e vem depois de todo esse movimento.

E quais são os seus hábitos musicais, hoje em dia?
Nós crescemos com a música, mas ainda gosto dos Beatles, dos Stones, da música da minha juventude, entende? Muita gente continua a me mandar discos, mas eu nem ouço a maioria deles. Há uns tempos atrás um jovem músico, cujo nome já não me lembro, veio falar comigo e eu disse para ele, “Olha, cara, a música que você faz é péssima”. Uns meses depois ele era disco de platina. Realmente os tempos mudam.

Qual foi o pior pedido que te fizeram enquanto DJ?
Na verdade não me lembro de nada assim muito maluco. Acho que tem a ver com a época, antes as pessoas me respeitavam muito e eram sempre simpáticas comigo, assim como eu era com elas - nunca neguei um pedido de música. Eu estava provendo um serviço, não podia negar, entende?

FELIX NICKLAS

** Link apostila Básica - Curso de DJ **


Segue link para Download ( Copie o link e cole no seu navegador ) !!!


http://www.4shared.com/document/6PvZp3DU/Curso_DJ.html

** Dia 25/09 Projeto BEAT BEAT HIT na loca by DJ André Pomba **



LISTA VIP COM NOMES ATÉ DIA 24/09 NO EMAIL djnandomarques@hotmail.com - TOCO DA 0 AS 2 DA MANHÃ ESTREIANDO NOVO SET !!!

terça-feira, 31 de agosto de 2010

** Stereo Love (feat. Vika Jigulina) Edward Maya Tradução e letra. ***

Stereo Love (feat. Vika Jigulina)

When you're gonna stop breaking my heart
I don't wanna be another one
Paying for the things I never done
Don't let go
Don't let go
To my love

Can I get to your soul
Can you get to my thoughts
Can you promise we won't let go
All the things that I need
All the things that you need
You can make it feel so real.

Cuz' you can't deny
You've blown my mind
When I touch your body
I feel I'm loosing control
Cuz' you can't deny
You've blown my mind
When I see you baby
I just don't wanna let go

I hate to see you cry
Your smile is a beautiful lie
I hate to see you cry
My love is dying inside

I can fix all those lies
But baby, baby I run, but I'm running to you
You won't see me cry, I'm hiding inside
My heart is in pain but I'm smiling for you

Can I get to your soul
Can you get to my thoughts
Can you promise we won't let go
All the things that I need
All the things that you need
You can make it feel so real

Cuz' you can't deny
You've blown my mind
When I touch your body
I feel I'm losing control
Cuz' you can't deny
You've blown my mind
When I see you baby
I just don't wanna let go

When you're gonna stop breaking my heart
I don't wanna be another one
Paying for the things I never done
Don't let go
Don't let go
To my love

I hate to see you cry
Your smile is a beautiful lie
I hate to see you cry
My love is dying inside (2x)

I can fix all those lies
But baby, baby I run, but I'm running to you
You won't see me cry, I'm hiding inside
My heart is in pain but I'm smiling for you

Oh baby I'll try to make the things right
I need you more than air when I'm not with you
Please don't ask me why, just kiss me this time
My only dream is about you and I

Amor Stereofônico

Quando você vai parar de partir meu coração?
Não quero ser mais um
Pagar pelas coisas que eu nunca fiz
Não deixe ir
Não deixe ir
Para o meu amor

Posso alcançar sua alma?
Pode atingir meus pensamentos?
Pode prometer que não vamos deixar?
Todas as coisas que eu preciso
Todas as coisas que você precisa
Você pode torná-las tão real.

Porque você não pode negar
Você mexeu com minha mente
Quando eu toco seu corpo
Sinto que estou perdendo o controle
Porque você não pode negar
Você mexeu com minha mente
Quando eu vejo você baby
Eu não quero deixar ir

Eu odeio te ver chorar
Seu sorriso é uma linda mentira
Eu odeio te ver chorar
Meu amor está morrendo por dentro

Posso corrigir todas aquelas mentiras
Mas baby, baby eu corro, mas estou correndo para você
Você não vai me ver chorar, estou escondendo dentro
Meu coração está na dor, mas estou sorrindo para você

Posso alcançar sua alma?
Pode atingir meus pensamentos?
Pode prometer que não vamos deixar?
Todas as coisas que eu preciso
Todas as coisas que você precisa
Você pode torná-las tão real.

Porque você não pode negar
Você mexeu com minha mente
Quando eu toco seu corpo
Sinto que estou perdendo o controle
Porque você não pode negar
Você mexeu com minha mente
Quando eu vejo você baby
Eu não quero deixar ir

Quando você vai parar de partir meu coração?
Não quero ser mais um
Pagar pelas coisas que eu nunca fiz
Não deixe ir
Não deixe ir
Para o meu amor

Eu odeio te ver chorar
Seu sorriso é uma linda mentira
Eu odeio te ver chorar
Meu amor está morrendo por dentro (x2)

Posso corrigir todas aquelas mentiras
Mas baby, baby eu corro, mas estou correndo para você
Você não vai me ver chorar, estou escondendo dentro
Meu coração está na dor, mas estou sorrindo para você

Oh querido eu vou tentar fazer as coisas direito
Preciso de você mais do que o ar quando eu não estou com você
Por favor, não me pergunte porquê, só me beije desta vez
Meu único sonho é sobre você e eu

** DJ Andy traz de volta a Sub Grave no K Club em SP **


DJ Andy traz de volta a Sub Grave no K Club em SP


Finalmente está de volta a SUB GRAVE! A tradicional festa que apresenta sempre grandes nomes do Drum & Bass terá agora também nas edições quinzenais, DJs em vertentes clássicas da música eletrônica. Você também vai ouvir: Dubstep, Breakbeats, House, Old School, Soul Funk.

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O grande retorno será dia 04 de setembro no K Club, no bairro da Vila Madalena na capital paulista.
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No line-up, os DJs Andy, Nine B2B, Critycal Dub, Bruno Belluomini (Vegas), Deejay Vaz (Phatbreakz) com o comando nos vocais de MC Black.
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Serviço:

SUB GRAVE @ K Club
04 de setembro de 2010 - 23hs
Rua Medeiros de Albuquerque, 357 - Vl. Madalena
Metrô Vl. Madalena
Info : (11) 8535-1007 begin_of_the_skype_highlighting (11) 8535-1007 end_of_the_skype_highlighting
Preços
Mulher vip - até 0h30
R$10 com lista/flyer
R$20 sem lista/flyer
Lista: subgrave@uol.com.br

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

*** sobre o Spirit Blue ***


Se o Planeta é AZUL vamos fazer o maior festival já visto nele, SPIRIT BLUE, com esse Slogan divulgamos o Spirit Blue, que será um dos maiores festivais de música eletronica.Tudo vai acontecer no Sambódromo Anhembi em São Paulo!
E a Nação da música te informa com exclusividade a primeira atração confirmada, “Edward Maya
Edward Maya é muito conhecido pela música “Stereo Love” e “This is My Life”, e também já participou de vários festivais desse porte pelo mundo.
Local:
Sambódromo Anhembi – São Paulo
16 de Outubro

Fonte. Nação da música.

** sobre Lady Gaga **


A cantora chamada Stefani Joanne Angelina Germanotta (conhecida como Lady Gaga) nasceu na cidade de Nova Iorque no dia 28 de março de 1986, tem descendência italiana e sendo a filha mais velha da família. Lady Gaga começou desde cedo sua vida musical com apenas 14 anos. Quando completou dezenove anos assinou contrato com a famosa gravadora Def Jam, mostrando a sua habilidade musical apresentando em shows espalhados pela cidade, mas depois de três meses não fazia mais parte do grupo.

Sua atual gravadora é a Interscope Records, o albúm recente se chama The Fame Monster e conta com uma participação especial de Beyonce, o novo cd tem apenas 8 faixas, a explicação de poucas músicas segundo Lady Gaga e por ser uma continuação do álbum anterior The Fame, com isso não faz sentido colocar as mesmas musicas no seu novo álbum.

** Cosmopolitan Lounge é moderno e animado **


O imóvel da Rua Bela Cintra onde funcionava desde 2003 o B&B Burguer & Bistrot ganhou outro perfil cerca de um mês atrás. Depois de uma breve reforma, de apenas trinta dias, seus proprietários o transformaram no Cosmopolitan Lounge. Agora, não há mais toalha nas mesas (e sim jogos americanos) e algumas das paredes ganharam tons avermelhados, reforçados pela iluminação, em referência à cor do drinque nova-iorquino que batiza a casa. Nos fundos, criou-se um pequeno e estiloso lounge, decorado com espelhos e fotos de ícones como Brigitte Bardot, Muhammad Ali e Beatles. Nesse espaço, um DJ dispara house, jazz e lounge (de quarta a sábado) e anos 80 (às terças).

Caso queira jantar, prefira a varanda da entrada, já que os ambientes internos têm iluminação exageradamente baixa. Mantiveram-se no cardápio os bons hambúrgueres (R$ 16,50 a R$ 37,50), servidos no pão ou no prato, assim como o canapé de mini-hambúrguer ao molho de mostarda de Dijon (R$ 21,50 a porção), um hit do B&B. Novidade, a panqueca de palmito (R$ 14,00), uma das cinco opções do menu, decepcionou: teve seu sabor ofuscado pelos demais ingredientes do recheio — tomate, salsinha e cebolinha verde. Além do cosmopolitan (feito com xarope de cranberry; R$ 18,00) e de uma seleção de martínis, a carta traz cervejas long neck (Stella Artois, R$ 7,50) e uma caprichada caipirinha de uva rubi (R$ 15,00). Na medida para comemorar aniversário, o bar oferece comandas individuais.

Rua Bela Cintra, 1693, Consolação / Higienópolis. Tel: (11) 3062-6959 begin_of_the_skype_highlighting (11) 3062-6959 end_of_the_skype_highlighting(11) 3062-5565

Fonte. VEJA SP (web)